Software Livre em Casca
Chegamos a Casca no início da noite de sexta-feira, chovendo. Por volta das 19:00 horas, o campus foi aberto e pudemos entrar para preparar o painel, que seria no auditório do campus. O perfil do público foi o mesmo de Passo Fundo, predominantemente alunos das áreas de administração, contábeis e economia. O auditório, de 140 lugares estava bem ocupado pelos alunos e professores.

Após uma breve apresentação do Jefferson (foto acima), lançando o programa de palestras que iniciava naquele dia, comecei a apresentação com o mesmo roteiro de Passo Fundo. A diferença foi que, em Casca, fiz uma interação maior com os participantes. O resultado foi interessante, pois permitiu avaliar desde questões como o licenciamento irregular de software proprietário até o nível de conhecimento dos participantes sobre Software Livre. Em relação a este último quesito, não foi surpresa constatar que a grande parte da platéia desconhecia o assunto. Responsabilidade maior, então, a de transmitir de forma adequada todos os conceitos nos quais acreditamos.
Terminado o painel e respondidas perguntas variadas sobre o painel, nos reunimos na sala dos professores, onde tive a satisfação de conhecer o prof. Amilton, palestrante em Carazinho, onde falou sobre o Kit Escola Livre, uma iniciativa de inclusão digital muito interessante na região de Passo Fundo. Ficamos por volta de uma hora batendo papo sobre o Sofware Livre na região, o fisl6.0, projetos, etc... Como o Amilton, existem muitas pessoas no interior do Estado que trabalham e acreditam no SL. É um estímulo à continuidade das atividades de mobilização, mesmo após o fisl6.0. Fica claro que, em muitos lugares, essas pessoas representam um pequeno grupo. Os demais, lamentavelmente, não têm conhecimento sobre Sofware Livre. Levar informação qualificada à essas pessoas é um dos nossos desafios.
Após uma breve apresentação do Jefferson (foto acima), lançando o programa de palestras que iniciava naquele dia, comecei a apresentação com o mesmo roteiro de Passo Fundo. A diferença foi que, em Casca, fiz uma interação maior com os participantes. O resultado foi interessante, pois permitiu avaliar desde questões como o licenciamento irregular de software proprietário até o nível de conhecimento dos participantes sobre Software Livre. Em relação a este último quesito, não foi surpresa constatar que a grande parte da platéia desconhecia o assunto. Responsabilidade maior, então, a de transmitir de forma adequada todos os conceitos nos quais acreditamos.
Terminado o painel e respondidas perguntas variadas sobre o painel, nos reunimos na sala dos professores, onde tive a satisfação de conhecer o prof. Amilton, palestrante em Carazinho, onde falou sobre o Kit Escola Livre, uma iniciativa de inclusão digital muito interessante na região de Passo Fundo. Ficamos por volta de uma hora batendo papo sobre o Sofware Livre na região, o fisl6.0, projetos, etc... Como o Amilton, existem muitas pessoas no interior do Estado que trabalham e acreditam no SL. É um estímulo à continuidade das atividades de mobilização, mesmo após o fisl6.0. Fica claro que, em muitos lugares, essas pessoas representam um pequeno grupo. Os demais, lamentavelmente, não têm conhecimento sobre Sofware Livre. Levar informação qualificada à essas pessoas é um dos nossos desafios.






































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